29 de janeiro de 2004

(8{> - Nota de cabeça:

O Sarcófago nº 2 estava quase pronto para ser enViado para as bancas quando de repente, não mais do que de repente, o Blogger.br resolveu caççar nossa licença de circulação. E não foi uma caçada assim bobinha não. Foi chumbo grosso mermo.
Os quatro blogs em meu nome naquele covil, foram mortos sem dó nem piedade:
O Sarcófago, o MatuMatu, o Flash Blog, e um blog teste de ferro.

O mais interessante é que consigo acessar a área de edição e os condenados do blogs estão lá. Com os templates vazios e nenhuma imagem nos posts.
E não adianta tentar criar um novo, alterar configurações, templates, o diabo a quatro. O sistema permite fazer tudo, menos publicar ou republicar qualquer coisa.

Chega! Não vou ficar aqui chorando outro blog derramado. Até porque quem conhece direitinho minha fome de postar (arre) sabe que é uma oportunidade tentadora.

Resolvi não poluir a revista nº 2 com esse lamento lamentável. Já ando de saco cheio dessas ziquiziras na rede. Só em janeiro o meu firewall segurou 42 tentativas de ataque. Na quarta passada, quatro “trojans” furaram o muro e ficaram aporrinhando. E por tabela me obrigam a aporrinhar o Fábio, The Man , meu amigo guru, de Noviorque.

É isso. Divirtam-se. E me digam uma coisa:
Estou realmente muito mumificado ou a rapaziada de hoje em dia é que mudou muito?
No meu tempo (hi) neguinho preferia pegar uma praia e “hackear” meninas.
Tá certo que nem existia Internet. Mas tenho certeza que, existindo, os meus amigos iam preferir trocar uns vírusinhos de outro jeito.
Tá faltando mulher, seus tocadores de... teclado?!



Não preciso dizer que O Sarcófago número 1 foi um sucesso de público(*). Até analfabeto leu e assinou. Incrusive muitos americanos que, mesmo só conhecendo o nosso método de ensino do português pelas digitais, gostaram tanto que um careca imoral, piloto perobo da AAA, foi preso com o dedo enfiado atrás do buraco do lapitope (dele), enquanto lia O Sarcófago no banheiro do aeroporto.

Apesar de ter chegado nas bancas só com o índice, neguinho leu o que não tinha pra ler e gostou do que não era pra gostar. Na mais fiel tradição desta MatuMatu Editora.
Fico muito agradecida pela calorosa recepção.

(*) Na seção "Horário Político Eleitoral" vocês vão descobrir que não é bem assim. Até chegarem lá vou aproveitando meus 15 minutos de fama.




(8{> - Trambiqueiros.

Os desgraçados dos spammers andam atacados. Agora estão enviando mensagens em massa. Quase todas no mesmo horário com nomes diferentes. Os nojentos estão passando das medidas. Bom, sabemos que é impossível existir um spammer dentro de alguma medida. Se tiver, é na que cabe nos frasquinhos que neguinho entrega pra fazer exame de parasitas.

Sei que não se deve passar recibo. Que seria suficiente deletar os spams dos cretinos, direto na caixa sem abrir, etc.
Só que o buraco anda mais embaixo. Alguns são simplesmente estelionatários.

No outro dia recebi um e-mail do "meu banco" sugerindo que em virtude de novas determinações do Banco Central, blá blá blá, eu teria que entrar no site informado e me recadastrar.
Seria até engraçado se não fosse perigoso. É claro que eu não cliquei no endereço do site e, imediatamente, telefonei para um analista do suporte técnico do banco verdadeiro. Tomaram providências, eu sei.

Não é importante fazer isso? É sim. E também é tentar descobrir como é que os picaretas sabem de qual banco nós somos clientes. Não é por espiritismo, tenho certeza.
Por isso, não considero paranóia ter vários e-mails e usar conforme o objetivo e interesse. E nunca, nunca mesmo, divulgar o endereço principal por aí. Só assim podemos manter um mínimo controle sobre o que nos mandam. Se eu não tivesse recebido a mensagem do "meu banco" numa caixa que não tem nada a ver, poderia, distraído, ter entrado no conto dos vigaristas.

Alguns spams até são enviados da terra de Marlboro, mas a maioria é de pindorama mesmo. "Trabalho" de uns poucos infelizes que usam nomes falsos para infernizar a vida dos outros oferecendo trambiques.
Não deixa de ser um estelionato (obtenção de vantagens em proveito próprio mediante fraude ou logro.)
O troço é tão louco que canso de receber spams de uma tal de (empresa?) "Jurisprudência e Legislação". Pode?

Então, olho vivo, Zeferinos, Ermelinas, ou qualquer outro nome de batismo que possam ter, seus muquiranas.
Fiquem sabendo que a Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática existe e até funciona direitinho.
Conhecem? Não? Vacilem, e ainda vão ter o prazer.




Nossa reportagem de capa é sobre um trambiqueiro americano (outro?) que num determinado momento, e, por algum tempo, conseguiu fazer grande parte da imprensa tupiniquim cair no conto do arqueólogo.

Publiquei este post em setembro de 2002. E pra quem está achando que O Sarcófago é uma revista muito nova para já sair publicando coisas velhas, eu lembro: a tumba velha continua abandonada lá no blig, correndo um enorme risco de desabar. E ainda tem muita tralha pra trazer pra cá.

Além do mais, nunca vejo ninguém reclamando quando a Veja, IstoÉ, Época, etc., estão sem assunto e ficam publicando reportagens sobre novas descobertas da medicina, e da cura do bicho-de-pé.

(8{> - Ânforas Fenícias de Olaria.

Trocando figurinhas sobre naufrágios com Cora, lembrei da história das ânforas fenícias na Baía da Guanabara:
Robert Marx, "arqueólogo"(1) americano, estava no Rio, com um equipamento muito sofisticado para busca de destroços no fundo do mar, quando foi informado que um mergulhador teria achado uma ânfora perto da Ilha do Governador. Um espertinho querendo enganar o gringo - no fechado círculo dos caçadores de tesouros, vale a máxima do lobo comendo lobo.

Marx tinha trazido o inventor do equipamento: o físico, ganhador do prêmio Nobel, Dr. Harold E. Edgerton(2) e o dono de uma empresa, que fabricava equipamentos para a marinha americana.
Fui convidado para um almoço com eles, na casa de um amigo. Marx chegou todo animado dizendo que tinha encontrado a tal ânfora.
Falamos que era muito pouco provável essa história ter algum fundamento e que ele deveria tomar muito cuidado antes de divulgar qualquer coisa. Fez tudo ao contrário: telefonou para o agente dele e no dia seguinte a história foi publicada num jornal americano - infelizmente, não lembro qual.

O pior é que se aproveitando da presença e do prestígio do Dr. Edgerton, ele conseguiu um aval do Smithsonian, provavelmente falso. Não sabíamos, então, que ele vivia da venda de artigos sobre descobertas importantes e de objetos de naufrágios, que retirava sem autorização dos governos locais.

Como era esperado, o negócio estourou aqui como uma bomba. Todos os jornais do Rio publicaram a notícia. No mais puro estilo Erik von Denniken(3), neguinho saiu escrevendo que finalmente havia provas que os fenícios haviam chegado ao Brasil antes dos portugueses e outras sandices.
A farsa durou pouco. Na verdade, um mergulhador brasileiro, das antigas, viu ânforas na Grécia e gostou muito. Fotografou e mandou uma olaria fazer réplicas. Depois, colocou algumas no fundo do mar para que ficassem com cracas e aspecto de vasos antigos. Ia usar mais tarde como objetos de decoração.

(1) Um caçador de tesouros e predador sem escrúpulos. Soubemos depois, que já havia sido proibido de entrar em alguns países (Portugal e Espanha, pelo menos) e, posteriormente, teve o visto caçado no Brasil, por se apropriar de alguns artefatos do "Hollandia" - nau holandesa naufragada em Salvador.

(2) Um velhinho muito simpático que entrou de gaiato na história. Ganhei dele um postal com a reprodução da conhecida fotografia da bala de fuzil, atravessando uma maçã (só possível, usando lâmpadas e lentes especiais que desenvolveu).

(3) (Eram os Deuses Astronautas?) - Picaretaço que fez fortuna, vendendo lixo para gente que adora interpretações mediúnicas de fatos históricos.
Versão dele para as erosões da Pedra da Gávea:
"thyro phenicia badezir primogênito de jeetbaal."
É mole?



Fotos tiradas pelo processo do Dr. Edgerton.



O abestalhado aqui ganhou um autógrafo do "arqueólogo" - antes de conhecê-lo melhor.
Só está guardado porque prezo muito minha coleção de "Sea Frontiers".
A tarja marrom é da censura militar (cáspite!).

Nota:

Na época, o Tom, comentou e explicou melhor o processo criado pelo Dr. Edgerton:

"Salve Matusca!

Caramba, vc conheceu o homem!

Os melhores sites sobre as fotografias do Edgerton estão aqui:
http://www.edgerton.org/exhibits.html
http://www-ceci.mit.edu/projects/edgerton/Edgework.html

Ele inventou a fotografia estroboscópica, de alta velocidade, ou seja: o obturador da câmera fica aberto, numa sala escura e é o intenso e milesimal piscar do flash que 'congela' a imagem. Ele criou o flash estroboscópico. O resto é uma câmera convencional num tripê e lentes normais.

Abraços,

Tom Taborda"

Levem fé, o homem sabe tudo.





Bomba! Bomba! Grande Furo do O Sarcófago.

Os caubóis finalmente prenderam Saddam.
Alguns motoristas de táxis cariocas continuam soltos.
Bin Laden também.



Suspeita-se, com alguma razão, que o ratão era mantido refém pelos seus próprios asseclas. E, por uma grana preta - provavelmente, novas identidades, etc. - foi entregue de bandeja para o "serviço de inteligência" americano.

Quem suspeita é porque só costuma ver os famosos serviços de inteligência usando o cérebro, no cinema.
Nunca é demais lembrar que eles gastaram milhões de dólares e precisaram de mais de trinta anos para se convencerem que Hitler estava morto.
Cansaram de cair em contos-do-paco soviéticos.

Não é nada que a gente se possa orgulhar, mas os agentes do famoso FBI - que vieram ao Rio para ajudar nas investigações do casal morto no Recreio - pagaram 100 doletas por uma corrida de táxi do aeroporto até Copacabana.
Pode ser folclore, mas já rola entre os taxistas cariocas uma historinha:
Os gringos reclamaram do preço da corrida, na recepção do hotel. Aí, o recepcionista perguntou:
- Os senhores não viram, no desembarque, as placas informando o preço de 60 reais dos táxis especiais?
Resposta:
- Vimos sim, mas estávamos com pressa e pegamos qualquer táxi na saída.

Cá entre nós: não é preciso ser nenhum espião para saber que numa terra estranha é altamente aconselhável perder uns 5 minutinhos para tentar descobrir o preço habitualmente cobrado por algum serviço.
Já armei um barraco com um motorista de táxi na Espanha que queria me depenar.
Rapidinho ele aceitou cobrar o que eu achei justo.

Tradução da notícia do Sarcófago nº 1:

Alô, meus amigos brasileiros.
Eu sou o Armin, o Carioca Alemão.
A notícia de hoje é que a Cristina foi fazer compras no Rio Sul e eu vim para a
tumba do Matusca para encher o saco dele.
A outra boa notícia é que eu aprendi a fazer uma boa caipirinha. Compramos a cachaça Magnífica, e fiquei tão craque no negócio que agora nem precisamos de limão e nem de açúcar.
Apareçam em Heidelberg. Eu faço questão de jogar vocês dentro do rio Neckar.
Feliz Ano Novo para todos.
Um abraço.
Armin.

Aviso aos navegantes:

A bóia número MB374, na entrada da Baía da Guanabara, encontra-se apagada.








O blog do mês é o Telhado de Vidro, da nossa Ofélia.
É sempre um prazer inenarrável constatar que apesar dos humoristas engraçados e desgraçados, que campeiam por aí, o nome Ofélia NÃO está indelevilmente associado ao crássico bordão: CALA ESSA BOCA, OFÉLIA!

Antes muito pelo contrário. É alvissareiro descobrir que ela criou um blog. Uma maneira deveras eficiente de só abrir a boca para escrever besteiras depois de muito Matutar. Coisa bem diferente do que acontece com certas revistas, que vão para as bancas sem qualquer revisão decente. E, claro, sem os sinais diacríticos corretamente colocados.

E o nome do blog? Perfeito. Só quem tem o péssimo hábito de jogar pedras nos blogs dos outros pode dar o merecido valor a um nome tão adequado e impertinente.

Vida longa ao Telhado de Vidro! Se a minha revista não emplacar já posso arrumar outra viração. E só vou sugerir qual poderá ser:
Manjam aquela história de borracheiros que espalham pregos pela rua pra faturar mais algum?
Pois é!




Atendendo aos insistentes pedidos do meu neto virtual, o Stanley - Anjo Protetor da Vila Mimosa - vou deixar a Zilda Meigaflores republicar no Sarcófago, a primeira nota social dela aqui no Matusca.
Na época, o próprio Stanley confessou que nunca mais a avó dele pode comer o mingau de sagu dela (véia) em paz.

@:-0 - Boca de Siri.

Não queria inaugurar este espaço, gentilmente cedido pelo senhor Matusca, fazendo fofocas. Mas, soubemos que a nossa emergente-mor e o nosso mais famoso decorador estão novamente brigados.
O motivo foi a divulgação da receita de caviar, uma tradição de família, exclusivíssima, que a padeira usa para servir nos seus rega-bofes.
Sinto muito querida, mas como decorador deu o furo pra todo mundo, acho que posso fazer o mesmo.

Caviar Verruga:

Ingredientes
Um pacotinho de sagu
Leite
Aliche, bem salgadinho
Anilina marrom para bolo
Vinagre balsâmico (ou vinagre comum com açúcar mascavo)
Latinhas (pode ser de pastilha Valda) bem lavadas e sem os rótulos

Preparo
Cozinhe o sagu no leite.
Quando as bolinhas ficarem bem brilhantes, separe.
Desmanche bem o aliche no vinagre balsâmico
Misture as bolinhas de sagu com o aliche
Coloque anilina até ficar com a cor desejada - marrom titicaca
Espalhe pelas latinhas e guarde o caviar no congelador.

Se quiser um melhor tingimento e ainda acrescentar um gostinho melhor de frutos-do-mar, compre lulas e use a tinta do animal.

Se pessoas que conhecem o caviar verdadeiro estranharem o sabor e o tamanho das ovas, faça como La Boyola. Diga que é de uma espécie iraniana muito especial, o "Esturjão das Grandes Verrugas"

Ademan que vou em frente.
Emergente também é gente.










Como todos sabem, aqui é o local e a hora de falarmos a verdade, nada mais que a verdade, doa a quem doer.

Fala aí meu louro!

"Chico Bastos @ 09/01/04 01:18
Quantos comentários. Quando passei de 10 fiquei tão feliz e entro aqui e vejo quase 200. Estou me sentindo tão prematuro quanto Tucancâmon como Faraó! De qualquer forma, parabéns pelo Sarcófago! Eu me amarro em mídia alternativa. A propósito, eu também mantenho uma "revista-blog" em que publico alguns artigos do estilo "observando o mundo". Sinta-se convidado. Abração!"
Chico Bastos

O Chico não é o primeiro e nem vai ser o último espantado com o número de comentários no Sarcófago. Percebo que esse troço inibe muita gente.
Muito bem, vamos dissecar essa múmia sem anestesia:

Mais de 800 comentários?
Não contei quantas pessoas diferentes contribuíram para esse número - sou maluco, mas não rasgo tempo. Quem conhece sabe que podemos separar marromenos assim:
Matusca = 49.5%
Amigo de Fé = 25%
Irmão Camarada = 35% (oldaliscas, cuecas, morcegos, netos virtuais e sobrinhas reais)
Visitante Normal = 5%
Palpiteira = 0.25%
Por favor, verifiquem se está errado. Qualquer coisa é só ligar pra Noviorque e falar com o Caryorker. Se passou de 100 é que ultimamente ando igual ao Seu Coisa - me transbordando.

Obs. A Palpiteira ameaçou só voltar no próximo século. Pra quem só dá palpite até que tá de bom tamanho.

- Quantos blogs vocês conhecem, que o dono, na maior cara-de-pau, diz que vai postar (uia) uma vez por mês?
- Quantos espaços de comentários por aí, funcionam quase como um ICQ local?
- Além dos doidos profissionais, quantas pessoas vocês conhecem que não dormem direito enquanto não enfiam o dedo na tomada?
Felizmente essas coisas acontecem aqui. Tentando justificar essa anomalia anormal já até inventei o Flash Blog. E com ele consegui comprovar minha não tese:
A rede é um lugar ótimo para se falar sério. Melhor ainda pra se divertir.

Aproveito para lembrar que O Sarcófago não tem Site Meter, Fast Online Users, Nedstat, nem qualquer outra estatística ou meio de saber quantos mastusquelas estão aqui, de onde vieram ou pra onde vão.
Você pode ler o tempo que quiser. Pode não ler nada. Pode sair daqui direto prum site com técnicas de cremação. Não tenho nada com isso. Tenho menos o que fazer do que ficar seguindo visitantes por aí.

Quem ficar inibido, não tá com saco pra ler e muito menos escrever; e ainda assim não quer perder a viagem. Se quiser deixar algum comentário, pode copiar e colar o modelo abaixo:

nome: xxx - o sistema exige, mas aceita mentira.
email : Não é necessário - tem um spammer cretino que assina o Sarcófago.
www: xxx.caradepau.com

comentário:

Oi! Passei rapidinho e não tive tempo pra ler.
Depois volto.
Me visite, tá?




Vai na paz de Maat, mermão!

Sisquici do mais importante: Procurem por aí um blog no qual o dono tenha instalado um novo sistema de comentários e deixou o outro funcionando somente para não perder os comentários antigos. Acharam? Muitos, certo?

Em quantos deles os loucos ficaram divididos e iniciaram uma disputa entre a caixa da esquerda e da direita festivas? Nenhum, claro.

E se eu entregasse que no Sarcófago neguinho até criou partidos? Iam achar que comi sabonete?
Pois aí estão. Até bandeiras pediram:

CAS - Com o Abutre Soluçante:



PEB - Partido das Emergentes Brasileiras:



Aviso: Nenhum animal sofreu maus tratos neste horário político gratuito.
O abutre do CAS já estava morto, e a pele de onça da bandeira do PEB é fajuta, claro.

O Homem-Chavão ia adorar esse horário político.





Compra-se uma paca fêmea, por bom preço, à rua Desembargador Isidro, 123. Tijuca.
JB, 23/11/1923

Precisa-se de um empregado entendido em frutas, à Rua Assis Carneiro, 450, na Estação da Piedade.
JB, 16/11/1923

Perfumes não encobrem o mau cheiro do suor.
Magic, preparado aconselhado por médicos, é o único que elimina o fedor dos sovacos, com apenas duas aplicações por semana
JB, 04/01/1924.

Cinemas:

Melindrosas e almofadinhas que desconhecem o shimmy: em Jazzmania, na tela do Ideal, a divina Mae Murray ensina os tremeliques dessa sensacional variante do fox-trot.
JB, 10/10/1923

Nota Social:

Atendendo aos inúmeros pedidos, O Sarcófago vai aceitar notas e avisos de passamentos:
Quem quiser pagar para apagar véinhas neste espaço, entre em contato com O Dr. Edson K, chefe do DPPD. Se ele demorar a atender é porque modificaram outra vez o sistema de bloqueio no escritório dele.
E se alguém responder falando de Bangu 1, é bandidagem. O Escritório dele é em Bangu 3.

Fevereiro:

Dia 3 - Cecéu
Tema da Festa: Sou Doida Mas NÃO Tenho Blog.

Dia 9 - Suzi
Tema da festa: A Máfia do Yakult.
Deixe o seu dedo mindinho em casa.
Convidado de Honra: ??? Noffa!
E ele que não me traga outro presente daqueles.

Dia 11 - Kel
Tema da festa: Os Loucos Anos Vinte ou Os Vinte Anos Loucos.
Os coleguinhas nem vão precisar comprar fantasias. É só dar uma geral no guarda-vestido.

Dia 12 - Funny
Tema da festa: Comi o pato e mergulhei com os pés dele.
Entenderam? Não? Nem eu.
Pior que ela gostou.

Dia 16 - Fal
Tema da festa: Espera em pé, caduco. Uia!

Nota de pé:

O Morceguinho que tá avoando pelas mesas da redação é quem vocês estão pensando mermo. O Morcego Herói.
Foi ele quem fez essa porcaria preta que está sacudindo por aí. Nós só trocamos o fundo que estava meio sujo.

E nem adianta pedir pra mãe virtual dele dar um jeito no peste.
É uma Banana & Etc.