11 de fevereiro de 2012

(8{> - Num voltei, não

Hoje andei dando uma geral e achei alguns cacos dos meus blogs espalhados por aí. Tem um pouco no Blig - que foi donde comecei com essa unha encravada - alguma coisa no Blogger.Br (Globo.com) - que na época do meu blog mais importante, detonou quase tudo por pura incompetência, um pouquinho no Uol, do qual fugi rapidinho e os últimos posts do Blogbrasil, que deixamos morrer de peste bloguenta. Entonces, como sou doido de uivar pra lua, vou tentar reunir o máximo de pedacinhos que conseguir e trazer tudo pra cá.
Quem conhece(u) sabe que o mais importante nos meus blogs são os comentários, onde sempre rolou a maior zona. O pobrema é que, nem que a lua uive pra mim, uma recuperação dos condenados é tarefa impossível. Alguns posts chegaram a ter 800 comentários - Acredite se quiser, Jack Palance, ou Vladimir Palahniuk, como queiram...
Infelizmente, a fase áurea dos blogs já passou, portanto, não tenho a menor pretensão de achar que as pessoas vão passar por aqui e ficar um tempão futucando o velho sarcófago. Mas, já que sempre fui mascarado (literalmente), lembro da insistência de uma jornalista da ISTO É, que queria de todo jeito fazer uma entrevista comigo. Depois que eu neguei várias vezes, alegando que só daria a dita se ela não publicasse uma foto e nem o meu nome, ela saiu com essa: "Então, você não quer ficar para a posteridade?"
Os egípcios antigos acreditavam que seriam imortais enquanto seus nomes fossem lembrados. É isso. Eu, Matusalem Matusca I - O Médio. Descendente de Ramsés II - O Grande, quero ficar para a posteridade, nem que seja num cartucho com o meu nome desenhado num banheiro da rodoviária de Varre-Sai
P.S. Não sou uma múmia muito enrustida não. Os mais chegados sabem o meu nome e alguns até guardam uma foto minha no açucareiro.